O termo antissemitismo não é tão conhecido, e tem um significado desumanizado que nada mais é a aversão aos semitas, principalmente aos judeus, todavia, esse termo está mais vinculado ao preconceito étnico, cultural e religioso, mas podemos dizer que o termo também se trata de: pedir, justificar ou acusar judeus de serem um povo responsável por erros de um grupo ou individuo judeu, ou até mesmo não-judeu. A Internetional Holocaust Remembrance Alliance (IHRA), definiu o termo e foi adotado por mais de 30 países, e mais de 130 concelhos locais do Reino Unido, tal como a polícia. Negar o fato dos mecanismos usados (por exemplo, câmaras de gás) ou intencionalidade do Genocídio do Povo Judeu nas mãos da Alemanha Nacional-Socialista e seus partidários e cúmplices durante a Segunda Guerra Mundial (o Holocausto). Vamos ver então o que o antissemitismo vem propagando ao longo do tempo, conhecendo o que falam sobre o povo que sofreu o Holocausto.



·       Acusar os judeus como povo, ou Israel como estado, de inventar ou exagerar fatos sobre o Holocausto.

·       Acusar os cidadãos judeus de serem mais leais à Israel, ou às alegadas prioridades dos Judeus em todo o mundo, do que aos interesses das suas próprias nações.

·       Negar ao povo judeu o seu direito à autodeterminação, por exemplo, alegando que a existência de um estado de Israel é um empreendimento racista.

·        Aplicar dois pesos e duas medidas, exigindo de si um comportamento não esperado ou exigido de qualquer outra nação democrática.

·        Usando os símbolos e imagens associados com o antissemitismo clássico (como alegações de judeus matando Jesus ou libelo de sangue) para caracterizar Israel ou Israelenses.

·        Estabelecer comparações da política israelita contemporânea com a dos Nazis.

·        Responsabilizar coletivamente os judeus pelas ações do Estado de Israel.

Esses fatos são usados muitas vezes para argumentar que o antissemitismo não é um crime de ódio.